Portal
Uma Estratégia Energético Ambiental
1
Pavilhão Multiusos
2
Centro de Exposições de Lisboa
3

4
Torre Verde
5

Introdução; DHURS; PEM;
Cidade de lisboa; Modelo urbano proposto; A exposição mundial de 1998; O plano de urbanização da zona de intervenção; As arruitecturas de referência; Os planos de promenor; Os espaços públicos; Conclusão;
Objectivos; Parque das Nações Como Era...; Estratégia Ambiental; Monitorização; Divulgação e Sensibilização; Percursos Ambientais; Programa Educação
Infraestruturas

Introdução; APL - O Que é?; Doca de Santo Amaro;
Deixe-nos as suas Sugestões

Edifício de baixa energia, cuja configuração foi em larga medida definida pelos requisitos para uso de energia ambiente: a planta pouco profunda, o átrio envidraçado, os elaborados dispositivos de sombreamento, o isolamento da envolvente e a massa térmica potenciam a iluminação e ventilação natural, complementadas por iluminação artificial eficiente e por um sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado por estratificação, a 100% de ar novo, com arrefecimento nocturno, "free-cooling" e recuperação de calor integrados, de que resultam menores caudais, menor potência térmica instalada e melhor qualidade do ambiente interior.

Cliente Parque EXPO'98
Projecto Arqui III/ LM
Área Construída 10000 m2
Necessidades de Aquecimento 5 kWh/m2an
Necessidades de Arrefecimento 28 kWh/m2an
Necessidades de Energia Totais 50 kWh/m2an
Redução de consumo de energia 80%
Redução de emissões de CO2 70%
Características do Projecto

  • planta pouco profunda favorável à iluminação natural.
  • átrio envidraçado para iluminação natural.
  • dispositivos de sombreamento exteriores.
  • painéis metálicos perfurados sombreiam os envidraçados.
  • redes de metal distendido sombreiam as coberturas.
  • quebra-sóis motorizados sombreiam o tecto envidraçado do átrio.
  • ventilação natural por efeito chaminé no átrio.
  • ventilação natural dos escritórios controlada pelo sistema de gestão central e pelos ocupantes.
  • envolvente fortemente isolada.
  • sistema de iluminação artificial de baixa energia com balastros de alta frequência.
  • iluminação ambiente artificial indirecta controlada por sensores de luminosidade.
  • iluminação individual em cada posto de trabalho.
  • sistema de ventilação e ar condicionado por estratificação com 100% de ar novo.
  • extracção para o átrio por meio de condutos embutidos nas lajes de tecto.
  • arrefecimento nocturno e "free-cooling" exploram massa térmica das lajes de tecto.
  • aquecimento por insuflação perimetral com 100% de ar novo.
  • recuperação de calor via tomadas de ar nos compartimentos técnicos em cada piso.
  • bombas e ventiladores de caudal variável.
  • ligação à rede de distribuição de fluidos térmicos.
  • ausência de substâncias prejudiciais à camada de ozono.

© 1999 Câmara Municipal de Lisboa
© 1999 Parque EXPO 98, S.A.
© 1999 Administração do Porto de Lisboa
Direitos Reservados
Mantido por webmaster@expo98.pt
Última actualização em 00.06.30 15:17:58